SISTEMAS

DE PROTEÇÃO

CONTRA

DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

 

SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

        O Brasil é líder mundial na incidência de raios, com uma média de 78 milhões por ano, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O município de Macapá recebe cerca de 45 mil raios por ano. Santana, localizada a cerca de 20km da capital amapaense, cerca de 16 mil por ano. Anualmente, cerca de 300 pessoas são atingidas por raios no Brasil, das quais 100 acabam morrendo. Estatísticas do INPE indicam que, entre as cerca de 100 mortes anuais, 80 poderiam ser evitadas caso houvesse mais informação e um adequado sistema de proteção contra descargas atmosféricas. 

     Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA), popularmente conhecidos como "para-raios", são sistemas projetados para proteger uma estrutura (casas, edifícios, torres, barcos, etc.), bem como pessoas e animais em seu interior, dos danos causados pelas correntes elétricas elevadas de uma descarga atmosférica (raio), tais como: incêndios, choques elétricos, explosões, danos físicos à estrutura, etc.

        O SPDA funciona impedindo que a corrente elétrica da descarga atmosférica circule e atinja o interior da estrutura, pois fornece um caminho de baixa resistência para a corrente elétrica fluir de maneira rápida para a Terra através do ponto de aterramento, dispersando assim a corrente elétrica de maneira segura.

         Um SPDA típico é composto basicamente por para-raios, condutores de corrente elétrica e eletrodos de aterramento, tudo especificamente projetado para oferecer um caminho de baixa resistência até o ponto de aterramento, levando então  a elevada corrente elétrica para longe da estrutura.

           A NBR 5419, norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que regulamenta a Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas, estabelece um gerenciamento de riscos (análise de riscos) para averiguar se há ou não a necessidade de SPDA na estrutura. Mesmo se for verificada a não necessidade de SPDA, um Engenheiro deverá emitir o laudo técnico com a devida memória de cálculo estabelecendo a não necessidade de SPDA, pois o laudo é obrigatório para a obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), de acordo com o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Amapá, Art. 10 da Lei Estadual nº 0871 de 31 de dezembro de 2004.

 

          Em alguns casos, a instalação de SPDA é obrigatória e independe do gerenciamento de riscos, tais como:

  • Locais de grande afluência de público;

  • Estruturas que armazenam explosivos, gases ou líquidos inflamáveis e similares;

  • Locais que prestam serviços públicos essenciais;

  • Áreas com alta densidade de raios;

  • Estruturas de grande valor patrimonial;

  • entre outros.

 

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